Os principais erros que se cometem na contratação de um seguro

A contração de uma apólice de seguro pode ser voluntária ou obrigatória. Quando voluntária, recolhemos informação das coberturas possíveis de contratar, valorizando as que se adaptam mais às nossas necessidades. Contudo, quando a contratação é de cariz obrigatório, quer por obrigação legal quer por vínculo a operações financeiras que assim o exigem, muitas vezes tomamos decisões precipitadas e pouco precisas.

A escolha do seguro e principais erros

Erro 1: Valorizamos apenas o preço

Ocorre, por exemplo, com frequência na subscrição do seguro Automóvel. Tratando-se de um seguro legalmente obrigatório, temos tendência a procurar a solução mais barata sem avaliarmos devidamente a diferença dos níveis de proteção para uma solução de custo superior.

E mais, sabemos exatamente que cobre o seguro que contratámos? Muitas vezes não. Apenas sabemos o custo. É importante, para nossa salvaguarda que se altere esta atitude, porque como sabemos, frequentemente o barato pode sair caro.

Erro 2: Não verificamos as coberturas complementares

Quando contratamos o seguro por imposição, nem nos interessam as coberturas complementares, partindo do principio que apenas nos querem vender mais coberturas. Como se se tratasse apenas de uma vantagem para quem vende e não para quem fica coberto.

Esta é também uma atitude menos acertada.

Por exemplo, faz sentido contratar um seguro de caçador incluindo apenas os danos pessoais e não os materais? Assim como seguros de vida vinculados a empréstimos cobrindo falecimento e não incluindo invalidez?

Procurar esclarecimento e decidir com conhecimento. A opção de não subscrever um seguro mais completo deve ser consciente e não por desconhecimento.

Erro 3: Não consultamos as opções do mercado

Aqui o exemplo mais frequente é na subscrição de seguros vinculados a operações financeiras. Na generalidade, aceita-se o seguro proposto pela entidade que empresta o dinheiro sem pesquisar se existem outros seguros semelhantes ou até melhores a menor custo.

Por exemplo, o seguro de vida que as entidades financeiras vinculam aos empréstimos pode ser contratado separadamente junto de seguradoras através de Corretores espcializados, a um preço significativamente inferior (30-40% menor).

Erro 4: Subscrevemos as coberturas básicas sem tomar em conta a proteção necessária

Não sendo especialistas na área seguradora pode parecer que ao termos um seguro de condominio, não necessitamos de um seguro individual da nossa habitação. Temos consciencia das diferenças e semelhanças entre ambos? Habitualmente não e e nem solicitamos informação.

Além de que, cada vez mais existem nos contratos de seguro novas garantias que permitem obter interessantes beneficios em diversas áreas como a reparação de eletrodomésticos, assistência ao lar, etc.

Em tudo, o conhecimento é elemento chave; em contrapartida o desconhecimento pode conduzir a grandes dissabores.

 

O que de melhor se pode partilhar é o conhecimento